Superstição – Uma falsa religião

[Por: William S. Plumer]

“…Toda superstição é baseada na ignorância mais ou menos grosseira. Mentes incapazes de concluir e de fazer uma justa discriminação são mais suscetíveis a isto. Um estado carnal do coração trabalha na imaginação e a mente carnal se apodera de suas próprias concepções, com grande vigor. Quando alguém não se tornou sábio, segundo a Palavra de Deus, e suas afeições se tornam grandemente excitadas, pretextos plausíveis são suficientes para enganar. Uma vez listados na causa da superstição, o amor próprio causa a persistência nisto. Tendo alguma persuasão de que a santidade é essencial, e o coração natural se erguendo em oposição às exigências da Lei de Deus, a mente excitada, perversamente, busca algum método através do qual ela possa iludir a si mesma na persuasão de que aquilo é santo. O crescimento da superstição acontece por um grande processo gradual. Toda sua história é escrita em três palavras: pouco a pouco. A única defesa contra ela é o verdadeiro conhecimento e o genuíno amor de Deus, acompanhado pela firme determinação de fazer o que Ele comanda, para adorar como Ele ordena e, em nada, seguir os enganos humanos.”…
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William S. Plumer – The Law of God as Contained in the Ten Commandments, p.230 – (A Lei de Deus contida nos Dez Mandamentos)
Tradução – Joelson Galvão