A idolatria do paganismo e suas práticas

[Por: George Gillespie]

“…Pela comunicação com os idólatras em seus ritos e cerimônias, nós nos tornamos culpados de idolatria, até mesmo como Acaz (2 Reis 16:10), que era um idólatra eo ipso[por si mesmo] aderiu ao padrão do altar feito por idólatras. Porquanto, então, ajoelhando-se diante do pão consagrado, o sinal da cruz, a sobrepeliz, dias festivos, o bispado, curvando-se ao altar, a administração do sacramento em lugares privados, etc., são os produtos de Roma, a bagagem da Babilônia, as bugigangas da prostituta, os emblemas do Papado, as insígnias dos inimigos de Cristo, e os próprios troféus do anticristo – não podemos nos conformar, comunicar e simbolizar com os Papistas idólatras no uso destas coisas sem fazer de nós mesmos idólatras por participação. Porventura tomará a casta esposa de Cristo os ornamentos de uma prostituta? Porventura o Israel de Deus simbolizará com aquela que é chamada espiritualmente chamada de Sodoma e Egito? Porventura o povo redimido de Deus usará as insígnias de seu cativeiro? Porventura os santos deverão ser vistos com as marcas da besta? Porventura será a Igreja Cristã como a anticristã, o santo como o profano, religião como superstição, o templo de Deus como sinagoga de satanás?”…
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George Gillespie – (Scottish Covenanter and one of Scotland’s Commissioners to the Westminster Assembly) – A Dispute Against English Popish Ceremonies – in Gillespie’s Works volume one, p. 80, SWRB reprint
Tradução: Joelson Galvão