Convicção de pecados; o primeiro passo para o arrependimento

[Por: J. C. Ryle]

“…Aquele que tem alguma percepção do seu próprio pecado deve ser grato a Deus por isso. Esse senso de fraqueza, maldade e corrupção, que talvez o deixar desconfortável, é na realidade um bom sinal, e um motivo de louvor. O primeiro passo para ser realmente bom é sentir-se mau. A preparação para o céu é saber que nós merecemos o inferno. Antes de podermos ser declarados justos, devemos nos reconhecer como miseráveis pecadores. Antes que possamos ter alegria e paz interior com Deus, devemos estar envergonhados e confundidos por causa das nossas múltiplas transgressões. Antes que possamos nos regozijar numa esperança bem fundamentada, devemos aprender a dizer:
Imundo, imundo! Ó Deus, sê propício a mim, pecador! “
___________________________________________________________________
J. C. Ryle – Old Paths, “Our Sins”, [Carlisle, PA: Banner of Truth, 1999], pág. 155.
Fonte – Reforma e Razão