O Magistrado Civil e a Lei de Deus

[Por: John Knox]

“…Ninguém deve negar, que a espada foi comprometida ao magistrado, a fim de que ele venha a punir a maldade e manter a virtude. E, em punir a maldade, eu digo: não somente o que perturba a tranquilidade, sossego e propriedade da comunidade (como adultério, roubo ou o assassinato cometido), mas também tais maldades como o impugnar abertamente da glória de Deus, como idolatria, blasfêmia, e a manifesta heresia, seja essa ensinada e, obstinadamente, mantida. Como as histórias e atos notáveis de Ezequias, Josafá e Josias claramente nos ensinam; há um estudo e um cuidado preciso, não apenas para glorificar a Deus na própria vida e conversa do indivíduo privado, mas tais lideres também fizeram por onde trazer seus sujeitos, com toda a força, para a verdadeira adoração e honra de Deus, destruindo todos os monumentos de idolatria, punindo com morte os professores da mesma, e afastado dos cargos e honras; aqueles que eram mantenedores dessas abominações. Suponho assim, que é evidente, que no ofício do rei ou o magistrado supremo, deve-se manter respeito à lei moral, e deve-se conservar ambas as tábuas.”…
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John KnoxThe First Blast of the Trumpet Against the Monstrous Regiment of Women
Tradução: Lucas Macedo