A Lei do Juramento

[Por:David Dickson]

“…Havendo uma lei expressa para juramento (Dt. 10:20), ela deve pertencer à lei moral, à lei judicial ou à lei cerimonial. Os adversários não [poderão] dizer ser ela parte da lei judicial que foi dada aos judeus como um corpo político que expirou junto ao estado daquele povo […], mas a lei concernente ao juramento não foi um tipo daquilo que viria. E, se ela foi um tipo, onde você acharia seu antítipo em todo o evangelho, ou nas coisas representadas por ele? Portanto, [a lei do juramento] deve ser uma parte da lei moral (Dt. 6:13, Jr. 4:2), e, consequentemente, perpétua, que Cristo não veio destruir (Mt. 5:17). Isto é confirmado como um autêntico uso, e sustentado entre os patriarcas, antes da entrega da lei levítica, como é claramente visto em Abraão, o pai da fé, e Abimeleque (Gn 21:23, 24, 31). Considere também aquela outra vez em Abraão (Gn 24:2, 3, 9) que não daria a seu servo um juramento imprudente, nem exerceria sua autoridade para impor sobre sua consciência. É evidente também, em Isaque, que fez um pacto e jurou à Abimeleque, (Gn 26:28, 31). E, no exemplo de Jacó, que fez um aliança com seu tio Labão e jurou a ele por temor de seu pai Isaque, Gn 31:53.”…
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David Dickson – Thuth’s Victory Over The Error, A commentary on the Westminster Confession of Faith , (Capítulo XXII – Sobre os Votos e Juramentos)
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Tradução – Thiago Barros